Acordámos. O pequeno-almoço é servido das 8 às 10 horas e vem incluído no preço do hotel. Consiste em pão, leite, cereais, etc. O atendimento, podemos dizer sem exagero, não é personalizado. Na realidade não há qualquer atendimento. Os hospedes servem-se e é assim. A Sofia ainda pegou numa fatia de pão que barrou com manteiga, mas foi tudo. Entretanto, uma senhora resolve comer cereais, e porquê despejá-los do pacote directamente na tigela quando podemos enfiar a mão directamente e tirar mãos cheias de cereais até a tigela estar atestada...
A Sofia adora pequenos-almoços "gratuitos" (costuma até levar consigo alguma comida para o lanche, ou isso) mas não desta vez. Comeu a fatia de mão com uma cara algo enjoada, e foi tudo.
Reservámos o dia para visitar o Museu Britânico. Depois da nossa experiência com o metro e o seu preço, decidimos deslocarmo-nos de autocarro. Fica mais barato (2 euros) e é mais perto do hotel. À porta do museu existem umas cabines telefónicas públicas, é a decoração das mesmas é no mínimo curiosa...

O museu tem uma grande colecção egípcia (também grega, romana, etc) e foi muito interessante ver as salas da escultura no primeiro piso (a Sofia dá o Egipto na escola, e as fotografias que tirámos ser-lhe-ão úteis ). Seguimos depois para o segundo piso, onde se encontram as múmias. Algumas são algo assustadoras, parecem saídas de filmes de terror. As caveiras também são algo arrepiantes.
Cerca das 13 horas almoçamos as sandochas que havíamos trazido de Portugal.

Prosseguimos a visita ao museu até às 17 horas, mais coisa menos coisa, e ainda fizemos umas compras na loja do museu dedicada às crianças. A Sofia ainda experimentou alguns brinquedos. Se no interior do museu andavam uns miúdos (autênticos pestinhas) a correr descalços de um lado para o outro, já fora do museu vimos uma menina com cerca de 4 ou 5 anos de sapatos com salto alto.
Quando saímos do museu, demos de caras com uns senhores que vendiam cachorros-quentes com salsichas alemãs gigantes, e a Sofia (ainda traumatizada com o parco pequeno-almoço) vingou-se e devorou um.
Antes descobrimos, ou melhor a Sofia descobriu, que não podíamos alimentar os pinguins. Numa placa estava escrito "Don´t feed the pigeons" (não alimente os pombos), frase que se transformou, no "excelente" inglês da Sofia em "Don´t feed the penguins", em bom português, "não alimente os pinguins".

Sem alimentar pombos ou pinguins, comprámos mais umas coisinhas e fomos apanhar o autocarro de regresso ao hotel (o Belenenses jogava em Matosinhos com o Leixões e queríamos ver o jogo na net).
Já na paragem surge o 25, mas pára ainda a bons uns metros da paragem, atrás de outro autocarro. Esperámos o autocarro na paragem mas, para nossa surpresa, o condutor não parou (afinal os autocarros, quando outros estão parados na paragem, ficam em linha e temos de entrar mesmo a alguma distância da paragem).
Seja como for, perdemos o primeiro autocarro mas quando veio outro estavamos já prevenidos e lá entrámos... para parar uns 500 metros mais à frente! O autocarro avariou...
Rindo da nossa "sorte", regressámos à pé à paragem de onde tinhámos saído e esperámos por um terceiro bus que finalmente nos levou até ao hotel.
Eram 20 horas quando chegámos, e o jogo começava às 20h15. A Sofia ainda tomou banho, ou melhor, "ardeu" no banho. A água estava a ferver, e não havia maneira de a arrefecer (descobrimos no dia seguinte que havia um problema com o cano da água fria: a torneira mesmo ao lado da banheira estava fechada...)
Entretanto o nosso Belenenses fez um jogo razoável e empatou o jogo. Menos mau...
Beijinhos e abraços
Ana Sofia e Alcides Miguel
A Sofia adora pequenos-almoços "gratuitos" (costuma até levar consigo alguma comida para o lanche, ou isso) mas não desta vez. Comeu a fatia de mão com uma cara algo enjoada, e foi tudo.
Reservámos o dia para visitar o Museu Britânico. Depois da nossa experiência com o metro e o seu preço, decidimos deslocarmo-nos de autocarro. Fica mais barato (2 euros) e é mais perto do hotel. À porta do museu existem umas cabines telefónicas públicas, é a decoração das mesmas é no mínimo curiosa...

O museu tem uma grande colecção egípcia (também grega, romana, etc) e foi muito interessante ver as salas da escultura no primeiro piso (a Sofia dá o Egipto na escola, e as fotografias que tirámos ser-lhe-ão úteis ). Seguimos depois para o segundo piso, onde se encontram as múmias. Algumas são algo assustadoras, parecem saídas de filmes de terror. As caveiras também são algo arrepiantes.
Cerca das 13 horas almoçamos as sandochas que havíamos trazido de Portugal.

Prosseguimos a visita ao museu até às 17 horas, mais coisa menos coisa, e ainda fizemos umas compras na loja do museu dedicada às crianças. A Sofia ainda experimentou alguns brinquedos. Se no interior do museu andavam uns miúdos (autênticos pestinhas) a correr descalços de um lado para o outro, já fora do museu vimos uma menina com cerca de 4 ou 5 anos de sapatos com salto alto.
Quando saímos do museu, demos de caras com uns senhores que vendiam cachorros-quentes com salsichas alemãs gigantes, e a Sofia (ainda traumatizada com o parco pequeno-almoço) vingou-se e devorou um.
Antes descobrimos, ou melhor a Sofia descobriu, que não podíamos alimentar os pinguins. Numa placa estava escrito "Don´t feed the pigeons" (não alimente os pombos), frase que se transformou, no "excelente" inglês da Sofia em "Don´t feed the penguins", em bom português, "não alimente os pinguins".

Sem alimentar pombos ou pinguins, comprámos mais umas coisinhas e fomos apanhar o autocarro de regresso ao hotel (o Belenenses jogava em Matosinhos com o Leixões e queríamos ver o jogo na net).
Já na paragem surge o 25, mas pára ainda a bons uns metros da paragem, atrás de outro autocarro. Esperámos o autocarro na paragem mas, para nossa surpresa, o condutor não parou (afinal os autocarros, quando outros estão parados na paragem, ficam em linha e temos de entrar mesmo a alguma distância da paragem).
Seja como for, perdemos o primeiro autocarro mas quando veio outro estavamos já prevenidos e lá entrámos... para parar uns 500 metros mais à frente! O autocarro avariou...
Rindo da nossa "sorte", regressámos à pé à paragem de onde tinhámos saído e esperámos por um terceiro bus que finalmente nos levou até ao hotel.
Eram 20 horas quando chegámos, e o jogo começava às 20h15. A Sofia ainda tomou banho, ou melhor, "ardeu" no banho. A água estava a ferver, e não havia maneira de a arrefecer (descobrimos no dia seguinte que havia um problema com o cano da água fria: a torneira mesmo ao lado da banheira estava fechada...)
Entretanto o nosso Belenenses fez um jogo razoável e empatou o jogo. Menos mau...
Beijinhos e abraços
Ana Sofia e Alcides Miguel
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