Dia 13 (25 de Agosto): Allez Belém Allez!!!

Foi ontem mas não importa. O nosso Belenenses ganhou 2:0 e está no grupo dos segundos classificados na liga. Ver o jogo foi uma aventura. Embarcamos às 19 horas portuguesas (21 horas na Grécia) no ferry que nos vai levar a Veneza, e apesar de supostamente o barco ter net sem fios, não conseguíamos ter sinal no nosso net book.

Lá descobrimos que precisávamos de comprar um cartão com o username e a password por 14 euros. Com o cartão na mão tivemos acesso a net, mas dizer ter acesso é algo simpático. O sinal é fraquissimo por ser via satélite, e só em algumas zonas do barco há rede. Ou seja, andamos feitos maluquinhos de um lado para o outro à procura do melhor sinal possível.

Ainda assim, nunca é suficientemente bom. Vimos o jogo aos soluços, como quem diz cheio de cortes. 5 segundos de imagem, 5 segundos com a imagem congelada. No primeiro jogo a imagem congelou quando o fredy centrou, e só alguns segundos depois percebemos que tinha sido golo. Festa a bordo (nem portugueses ainda encontramos a bordo quanto mais belenenses mas fizemos a festa sozinhos)!!!


Depois foi sofrer até ao segundo golo...

O ferry é muito fixe, mas mais fixe seria se tivemos quarto. Não é o caso. Os 300 euros que custa deu um grande incentivo para pagarmos 70 euros e ficarmos a dormir literalmente no chão. Não importa. Tem sido maravilhoso.

De manhã, logo depois de ancorarmos em Corfu (eram umas 7 da manhã locais) abateu-se uma tempestade sobre a cidade. A chuva era fortíssima, e os relâmpagos iluminavam os primeiros raios de luz do dia. Durou pouco, mas foi o suficiente para molhar o chão onde estávamos a dormir (o barco fez-se ao mar à meia-noite de dia 24 para 25).

Acabamos por "acampar" junto ao mini centro comercial do ferry. Até é melhor que o convés por temos alcatifa...

Ontem, ao entrarmos no barco constatamos que a piscina estava vazia. Sobretudo a Sofia ficou algo desiludida, mas mais tarde, a meio da manhã, quando regressámos ao convés já a piscina e o jacuzzi tinham água e muita gente (miúdos sobretudo) se deliciavam.

Antes do almoço a Sofia deu um mergulho. O tempo, depois da breve "tempestade" da manhã ficou muito agradável, com um sol bastante quente que compensava algum vento.



Depois fomos almoçar a um dos restaurantes do barco, e a Sofia comeu uma dourada grelhada de cerca de meio quilo. Não satisfeita, comeu ainda uma fatia de bolo de chocolate.

Devemos chegar a Veneza cerca das 7 da manhã do dia 26, isto após mais de 30 horas a bordo.

A próxima página desde diário deverá portanto ser já escrita em Veneza, cidade que estamos muito ansiosos por conhecer...

Beijinhos e abraços (desta vez dirigidos especialmente para a Dona Manuela e para as meninas do DE)

Ana Sofia e Alcides Miguel

Dia 12 (24 de Agosto): Prata e Ouro (em Patras)

O diário de férias de hoje vai ser essencialmente visual e menos descritivo. As fotos foram tiradas em Patras, cidade a cerca de 200 quilómetros de Atenas (deslocamo-nos de autocarro. À meia-noite embarcaremos num super ferry que nos levará até Veneza, o nosso destino de férias final). O pôr do sol em Patras é maravilhoso, porque isso aqui fica o registo possível (a dada altura surgem pessoas em algumas fotos ao fundo. Tratava-se de um pai e um filho adolescente que estavam a pescar).

Beijinhos Abraços,

Ana Sofia e Alcides Miguel





Dia 11 (23 de Agosto): Os gregos devem estar loucos...

Depois de um dia intenso proporcionado pelo cruzeiro às ilhas gregas, fomos um pouco até à praia, que fica a poucos quilómetros do centro de Atenas.

Dirigimo-nos assim até ao metro (temos andado sempre a pé em Atenas) mas a senhora que estava a vender os bilhetes foi extremamente mal-educada, o oposto que tinha sucedido até agora, já que os gregos são simpáticos. Pior, algumas estações de metro encontram-se em obras e por isso tivemos primeiro de apanhar um autocarro até outra estação. Como devia ser a manhã da má educação em Atenas, também um motorista de um bus foi algo estúpido. Enfim...

Esperámos outro autocarro e tudo regressou à normalidade, com o motorista a ser simpático e a explicar-nos qual a paragem em que deveríamos descer para apanhar o metro.

Curiosamente, só os homens é que parecem falar inglês aqui na Grécia. Salvo raríssimas excepções, as mulheres com quem tentamos falar não sabiam inglês e chamavam um homem para falar connosco.

Chegados a estação de metro, a praia ali da zona não era nada de especial, por isso resolvemos ir um pouco mais para a frente. O Miguel perguntou à Sofia se queria ir de eléctrico (não era longe), mas a Sofia perguntou por sua vez se "não dava para ir a pé?".

Dar dava, como comprovámos, mas tivemos que andar cerca de uma hora debaixo de um sol abrasador (estavam uns 37 ou 38 graus).

Mais do que arrependida pela sugestão de irmos a pé, uma cansadissima Sofia esqueceu a longa caminhada quando finalmente viu a praia e deu um mergulho. O Miguel, por sua vez, que considera fazer praia uma espécie de tortura, ficou à sombra de uma árvore a ler.


Demos ainda uma volta pela "marginal" de Atenas junto às praias, e regressámos ao centro da cidade de eléctrico. Antes do jantar fizemos ainda umas pequenas compras.


A noite no hotel (a nossa últimas em Atenas) foi apenas perturbada pelo golo do benfica, no último minuto do jogo com o Vitória de Guimarães, que vimos pela internet.

Beijinhos e abraços,

Ana Sofia e Alcides Miguel

Dia 10 (22 de Agosto): Boa vida...

Dia para mais tarde recordar. O nosso cruzeiro a 3 ilhas gregas no mar Egeu pode ser descrito deste modo.

Um autocarro da Key Tours veio nos buscar até hotel cerca das 7 da manhã e depois de recolher mais alguns passageiros do cruzeiro dirigiu-se até Pireneus, o porto de Atenas, que fica a cerca de 15 quilómetros do centro da cidade.

Esperava-nos o Anna, um barco bastante agradável com vários bares e restaurantes. O programa era aliciante: um cruzeiro de 1 dia a três ilhas gregas.

Depois de cerca de 2 horas a navegar sempre com imensas ilhas por perto, ancorámos na bela ilha de Poros. Trata-se de uma bela ilha com uma magnifica marina recheada de iates de luxo de todo o mundo.


Deixámos Poros com a sensação que tinha sabido a pouco. O almoço foi servido a bordo a caminho de Hydra, a segunda ilha que visitaríamos. Estava incluído no preço do cruzeiro, mas ainda assim foi bastante bom. A entrada foi de salmão e para os vegetarianos feijão com um molho de tomate muito bom e salada. Foi uma agradável surpresa existir uma opção vegetariana. Curiosamente, o senhor que se encontrava sentado ao lado do Miguel também era vegetariano e devido a isso acabámos por as (New Jersey). Curiosamente estavam a pensar visitar Portugal e a mãe queria ir a Fátima. O filho tinha uns 16 anos e jogava Volley. Era enorme, talvez 2 metros e pouco.

Pouco depois de termos terminado de almoçar (o prato principal era bife com batatas assadas ou pimento e tomate recheado e a sobremesa uma espécie de cheese cake), chegámos a bela ilha de Hydra, local onde muitas estrelas de cinema/televisão/música passam as férias. Mais uma vez a marina estava "recheada" de iates incrivelmente luxuosos, muitos deles de Londres. Curiosamente, ao lado dos iates encontravam-se uma série de burros com sela, a atracção local da ilha (os turistas alugam os burros a uns velhotes e dão um passeio pela ilha). Última nota curiosa: a ilha não tem carros visto estes serem proibidos.


A Sofia ainda deu um mergulho numa espécie de "praia" entre as rochas e a água estava muito quente. Infelizmente, mais uma vez a paragem soube a pouco (só permanecemos 2 horas em Hydra).

Embarcados novamente, rumamos até Aegina, a maior das três ilhas que visitámos. Trata-se de uma bela ilha com grandes praias de água muito quente, mas é menos pitoresca quando comparada com Poros e Hydra, ilhas mais pequenas e "castiças". Mais uma vez a Sofia não perdeu a oportunidade de dar umas braçadas e aproveitar a água de um azul muito clarinho.

De seguida demos uma passeio pela marginal e pela marina, onde vimos novamente uma série de iates que decerto custam bem mais do que um milhão de euros.
Ao andarmos pelas ruas constatámos novamente algo muito curioso: se estivermos distraídos, o grego às vezes parece português/espanhol (isto foneticamente, porque se estivermos atento não percebemos nem uma palavra de grego). Até mesmo em termos físicos os morenos gregos passariam facilmente por portugueses.

Infelizmente, era hora de embarcar novamente, desta feita pela última vez. No regresso a Atenas, assistimos a um espectáculo de música e dança gregas. A música é muito rápida e torna-se divertida e as danças são algo frenéticas e muito movimentadas. Cerca de metade da sala estava ocupada por japoneses, e foi só rir. Os japoneses parecem crianças, sempre a rir mesmo sem motivo aparente. Quando os dançarinos iam buscar pessoas à plateia para dançar, eram sempre os primeiros a ir e divertiam-se imenso. Uma das danças gregas consistia em o homem girar as mulheres sobre si mesmas com muita velocidade, e as coitadas das japoneses de tanto rodopiar ficavam tontas e caiam grogues no chão como se estivessem completamente bêbadas. Hilariante.


Chegamos a Atenas cerca das 20 horas. Embora estivessemos cansados não queríamos que o dia acabasse, mas é mesmo assim.

Beijinhos e abraços,

Ana Sofia e Alcides Silva.

Dias 8 e 9 (20 e 21 de Agosto): Não são só as mulheres a usar mini-saia!!!

Iniciámos o dia com a visita ao Museu Nacional de Arqueologia grego. Antes, já a Sofia tinha devorado (e levado na mala o que restava) o generoso pequeno-almoço servido no hotel.

Trata-se de um museu muito interessante e variado. A visita tem inicio com uma série de salas do neolítico, seguindo-se os outros períodos históricos. As muitas estátuas são impressionantes, sendo algumas delas enormes.

Temos por hábito, ou melhor a Sofia tem por hábito, imitar a posição de algumas estátuas para tirar uma foto, mas desta vez algo inesperado aconteceu: uma guarda do museu algo histérica veio a correr e a gritar (em inglês): "Poses não, poses não." Algo incrédulos perguntámos porquê, mas a senhora limitou-se a responder que eram as regras (alguns minutos depois regressámos à mesma sala e lá tirámos a tal foto. Curiosamente, um casal de japoneses já com alguma idade gostaram da foto que tirámos, riram-se imenso, e o velhote insistiu mesmo em tirar uma foto à Sofia e à sua mulher com as duas a imitar a pose da estátua. A guarda stressada já não estava na sala, caso estivesse dava-lhe um ataque cardíaco).


O museu conta ainda com uma série de salas dedicadas ao antigo Egipto, temática sempre fascinante.


Saídos do museu fomos almoçar ao restaurante vegetariano que havíamos descoberto no dia anterior. O Miguel comeu espetadas de tofu com batatas assadas e estava muito bom.

Após o almoço, e quando nos dirigíamos a um templo grego na Ágora, vimos uma "mulher" de mini-saia. Estava de costas para nós e era alta. Quando nos aproxima-mos um pouco mais notámos que para além de alta, tinha a voz grossa! Demasiado grossa, se é que nos entendem... Toda a gente sabe que algumas mulheres gregas têm bigode (tal como comprovámos no primeiro dia aqui em Atenas) mas aquilo é demais. Enfim, cada um é como é...

As ruínas históricas da Ágora são muito interessantes e para além de um pequeno museu e de diversas ruínas inclui um magnifico templo com cerca de 2500 anos, o mais bem preservado do antigo mundo grego. Curiosamente, os responsáveis do templo estavam a regar as imediações para prevenir os incêndios que aqui em Atenas têm sido imensos.


No dia seguinte, dia 21 de Agosto, tivemos um dia mais calmo e dormimos até mais tarde. Ainda assim, fomos de novo almoçar ao restaurante vegetariano e aproveitamos para comprar os bilhetes para o barco que na segunda-feira nos levará até Veneza, na Itália.

Já no hotel, fizemos a reserva de um cruzeiro às ilhas gregas, nosso programa para o dia 22 de Agosto.

Beijinhos e abraços,

Ana Sofia e Alcides Miguel

Dia 7 (19 de Agosto): Cuidado com os pombos...

Hoje começamos o dia com um maravilhoso pequeno-almoço. No hotel de Atenas, onde nos encontramos, os hóspedes têm todas as manhãs à sua disposição: fiambre, queijo, manteiga, doce de morango, um pão inteiro, cereais, ovos cozidos, leite, cereais, sumo, duas fatias de bolo, tostas e pêssego em calda (estas linhas que criam água na boca foram escritas pela Sofia, que estava frustrada desde Londres devido ao pequeno-almoço).

A Sofia comeu as duas manteigas, as duas fatias de fiambre, metade do pão (Nota do Miguel: era um pão inteiro, com umas dez fatias. Eu comi uma, e sobraram 2, ou seja, "metade do pão" é favor!!!), duas taças de leite com cereais, dois pêssegos, as duas fatias de bolo e ainda levou para o caminho o que sobrou... Já o Miguel contentou-se com um mero copo de sumo e uma fatia de pão com doce de morango.

O calor em Atenas não é brincadeira: queima a sério, e se não fosse o vento (sopra por vezes muito forte) seria tipo inferno de Dante.

O nosso primeiro verdadeiro impacto com Atenas foi algo estranho: a cidade faz muitas vezes lembrar Marrocos. As ruas têm pouco lixo (papéis e isso) no chão, mas ainda assim são quase sempre muito sujas. Mesmo no centro da cidade algumas ruas são um pouco feias, mas a rua a "seguir" pode já ser muito fixe.

Dedicamos o primeiro dia para visitar a famosa Acrópole de Atenas. Fica a uns 20 minutos a pé do nosso hotel (alias estamos mesmo no centro da cidade e temos andado sempre a pé).

Antes de subirmos a colina da Acrópole, demos uma volta de cerca de uma hora num "comboio" turístico como os que existem em Belém. Foi muito giro, e ajudou-nos a ver locais aos quais valia a pena regressar depois com mais tempo.

Se seguida, iniciamos a relativa longa caminhada pela colina da Acrópole acima. Mais do que a distância, o calor e a inclinação moem um pouco as pernas. Mas valeu a pena. A Acrópole é impressionante, e é um daqueles monumentos que temos mesmo que ver na vida.


Lá em cima o vento soprava muito forte, o que tinha uma vantagem e um senão: refrescava, mas ao mesmo tempo levantava autênticas nuvens de pó (o chão é de terra batida).


Pena mesmo só o facto da Acrópole estar a sofrer obras de conservação e serem muitos os andaimes.

Maravilhados, deixámos a Acrópole e fomos almoçar. Junto a nós estavam dois ou três pombos e também pardais. A Sofia deu-lhes um pouco de pão mas imediatamente surgiram mais pombos... e estavam esfomeados. Se os pombos de Londres são finos, os de Atenas são algo loucos e não têm medo das pessoas quando se trata de comida. A dada altura a Sofia teve mesmo que se levantar e fugir. Cómico no mínimo (imaginem se fossem pinguins...)


De seguida visitamos o recém inaugurado museu da acrópole. O edifico é espectacular e tem imensa luz. Foi construído sobre ruínas da Grécia antiga, ruínas essas que podemos ver ao entrar no museu porque o chão é de vidro.



Visitámos de seguida o estádio olimpico onde se realizaram os primeiros jogos olimpicos da era moderna em 1896. Finalmente, estivemos ainda no templo de Zeus, o deus principal do panteão grego.

Ao regressarmos ao hotel uma (boa) surpresa: um super mercado e um restaurante vegetariano!!! Pensámos regressar por uma avenida, mas depois mudámos de ideia no "último" segundo. Seguimos então pela avenida Venizelou e ainda bem.

Comprámos uma empada de soja e chocolate vegan para barrar no pão e combinámos ir lá almoçar no dia seguinte.

Beijinhos e abraços,

Ana Sofia e Alcides Miguel

Dia 6 (18 de Agosto): Vimo-nos gregos...

Depois de uma viagem de avião de cerca de 3 horas, aterrámos no aeroporto de Atenas, o nosso segundo destino de férias.

Até ao centro da cidade são mais ou menos 30 quilómetros. Fizemos a viagem de comboio, mas tivemos de trocar de linha numa estação quase deserta. Atenas tem 6 milhões de habitantes, mas devem estar todos de férias. Depois de mais de meia hora de espera (tentamos pedir informações mas os gregos falam, na maior parte das vezes. um inglês muito fraquinho), começamos a ficar preocupados.

Chegado o comboio (finalmente) que nos levaria até ao centro da cidade, procurámos a nossa estação de destino no mapa da carruagem com as estações daquela linha. Quase imediatamente, uma senhora (percebeu que éramos turistas) começou a falar connosco em grego tentando nos ajudar. O problema foi que a senhora não falava uma palavra de inglês. Ouvindo o nome da estação fez sinal que sairia também lá. Entretanto, falou para nós em grego durante os cerca de 20 minutos da viagem, continuando depois já na estação. A certa altura desistimos de lhe dizer em inglês que não falávamos grego, e fomos dizendo que sim com a cabeça a tudo o que a senhora ia dizendo.

Quando a simpática (talvez de mais) senhora finalmente seguiu a sua vida, compramos um mapa num quiosque e "rezámos" para que as ruas tivessem o nome também em inglês. Pedimos informações a um policia (falava um inglês bastante bom) em relação à localização do hotel. Não era longe, mas a primeira placa de rua que vimos não tinha, pareceu-nos inicialmente, a tradução em inglês. "Estamos lixados" pensámos...

Falso alarme: afinal a maior parte das ruas têm o nome também em inglês. Menos mau...

Chegamos ao hotel rapidamente. Chama-se Aristóteles, e é bastante agradável. Eram umas 15 horas (na Grécia são mais duas horas que em Inglaterra e em Portugal), mas ficámos pelo quarto a descansar. A noite passada no aeroporto de Londres e o voo foram muito cansativos.


Temos televisão (com péssima imagem) com uma série de canais gregos (às vezes passam séries ou filmes em inglês e legendas em grego) e, mais importante, temos sinal de net sem fios (trouxemos o nosso net book).


Beijinhos e abraços,

Ana Sofia e Alcides Miguel

Dia 5 (17 de Agosto): Ai as cólicas...

Tudo o que é bom acaba...

...mas felizmente não foram ainda as férias a terminar, mas tão somente a nossa visita a Inglaterra.

O nosso último dia em Londres foi algo condicionado pelo facto de termos saído do hotel ao meio-dia, ou seja, tínhamos connosco todas as malas.

Ainda assim, passeamos muito. O centro de Londres é incrivelmente movimentado, sendo aos milhares os carros e as pessoas. Os passeios encontram-se completamente repletos de pessoas e mais pessoas, sendo difícil andar.

Precisamente o oposto, o verde também surge aqui e ali a substituir o alcatrão. É o caso do Green Park, um maravilhoso jardim mesmo no centro da cidade. Curioso é o facto de no meio da relva existirem cadeiras tipo praia ou piscina muito confortáveis.

Depois de descansarmos um pouco, prosseguimos pelo meio do jardim até a praça Victoria, onde se situa o palácio de Buckingham (onde mora a rainha).


Sem vermos a sogra malvada da princesa Diana, mergulhamos novamente no verde, no maravilhoso jardim de Saint James. Trata-se de autêntico santuário para diferentes animais, que de deliciam no gigantesco lago que se situa no meio do parque. Os esquilos são especialmente divertidos, e vão comer à nossa mão. Ou melhor, comem se gostarem porque são esquisitos: a Sofia estava a comer bolachas, mas os esquilos não lhes tocaram. Até mesmo os pombos são finos, e também dispensaram as bolachas.


Quando tentávamos fotografar os esquilos (são muito rápidos e nunca param quietos), fomos surpreendidos por uns gritos horríveis: parecia que alguém estava a ser torturado!!!

Afinal tratava-se apenas de um "record" para o livro do Guiness: o puto mais mimado do mundo ou, se quiserem, a maior birra da história. Entre os berros insuportáveis, o miúdo (tinha uns 9 ou 10 anos) de vez em quando arranjava fôlego para dizer que queria ir para casa.

Ainda no jardim (estávamos sentados na relva junto ao rio) vimos um senhor a fazer o pino durante uns 2 minutos. Já não era novo (talvez uns 60 anos) e vinha a descer o jardim com dois amigos. De repente saltou para o relvado e fez o pino perante o riso dos amigos: alguma aposta?

Seguimos para a praça Trafalgar (1ª foto), uma das mais bonitas de Londres, e depois fomos ver o Big Ben (2ª foto)...



Cerca das 20 horas, compramos umas coisinhas para comer num super mercado tipo mini preço (talvez um pouco maior) e adivinhem: compramos 6 garrafas de pepsi... fora do prazo de validade. Afinal não era só no hotel...

Apesar do nosso check in no aeroporto ser só às 4 da manhã, apanhámos o comboio para Gatwick por volta das 21 horas. No aeroporto as lojas estão abertas 24 horas por dia, e podíamos dormir um pouco nuns bancos relativamente confortáveis.

Infelizmente, o sono da Sofia foi interrompido por umas desagradáveis cólicas. A garrafa de pepsi fora da validade caiu-lhe mal. Já as restantes 5, bebidas pelo Miguel, não provocaram quaisquer efeitos "secundários".

Beijinhos e abraços,

Ana Sofia e Alcides Miguel

Dia 4 (16 de Agosto): Consumir até Julho de 2008???

O nosso hotel nunca deixa de nos surpreender...

Desta feita, comprámos um pacote de batatas-fritas e quando o Miguel estava prestes a comê-lo a Sofia reparou na data de validade: nada mais nada menos que Julho de 2008!!! Que importa mais ano menos ano, apetece perguntar...

Já que o Miguel não pode comer as batatas-fritas, vingou-se numa sandes. O pão tinha sido gentilmente dado pelo senhor da recepção. Depois do Miguel comer a sandes até à penúltima trinca, a Sofia leu o prazo de validade do pão (era tipo pão de forma): tinha terminado há uma semana!!! Seja como for, o Miguel achou que a sandes estava bastante boa e ainda comeu a última trinca.

Saímos do hotel por volta das 10 horas. Pelo caminho compramos pão (dentro da validade!!!) e bebidas... Pois hoje também não houve pequeno-almoço no hotel...

Por volta das 11 horas chegamos ao nosso local de destino intitulado de London Tower. Trata-se de um castelo simplesmente fantástico. Assim que entramos observamos uma recriação histórica: observamos crianças, mulheres, homens e um grupo de soldados ingleses.


As mulheres e uma das crianças encontravam-se a costurar, os soldados a efectuarem treinos militares pois viriam para Portugal lutar contra as tropas de Napoleão Bonaparte. Um dos homens encontra-se a mexer uma enorme panela onde estava a cozinhar guisado. Cheirava muito bem.

Observamos depois uma das alas do castelo que possui diversos equipamentos militares (armaduras, espadas, canhões, etc) que pertenciam ao rei Inglês Henrique VIII. Aqui, observamos, também, cavalos, provavelmente, feitos de gesso equipados a rigor para a guerra.

Visionamos ainda uma das partes do castelo denominada a Torre Sangrenta (onde foi assassinado um príncipe ainda muito jovem), uma ala medieval, a sala chamada Jóias da Coroa, entre outras salas, e assistimos a uma recriação de um combate medieval entre dos cavaleiros equipados a rigor com armaduras.

Numa das lojas com artigos para venda não resistimos e experimentamos o chapéu (réplica) do rei Henrique VIII. Português pobre é assim: experimenta tudo mas não compra nada...


Já de regresso ao hotel, demos de caras com uma senhora brasileira e o respectivo filho, com cerca de cinco anos. Uma autêntica peste. Estava de pé um cima do banco, e, virado para trás, divertia-se cuspindo nas pessoas. A mãe não ligava nenhuma. O Miguel ainda de meteu com o puto, mas com a atenção dada ainda foi pior. Começou a lamber a mão e o braço, e depois a "lavar" a cara com a mão que havia lambido.

Já perto do hotel, compramos arroz e mais uma coisinhas para o jantar que confeccionámos na cozinha do hotel. À porta do mini-mercado (aberto 24 horas por dia) um senhor muçulmano vendia fruta. O Miguel quis comprar duas bananas, mas o senhor, tinha uns 25 anos, riu-se quando lhe perguntámos o preço. Sem nunca parar de rir, ofereceu-nos as bananas. Não sabemos se se ria por serem apenas 2 bananas ou por pensar que somos pobres e que não tínhamos dinheiro para mais que duas bananas.

Hoje vamos sair do hotel e passar o nosso último dia em Londres (pode ser que ainda vejamos os pinguins que não podemos alimentar). Temos voo para a Grécia (Atenas) às 6h20, e já não valia a pena pagar mais uma noite no hotel.

Beijinhos e abraços,

Ana Sofia e Alcides Miguel

Dia 3 (15 de Agosto): Cuidado com o cão incontinente...

Novo dia em terras de sua majestade...

Depois da água a ferver, o nosso quarto reservou-nos mais uma surpresa. Tomadas à inglesa... com três buracos!

De facto, ao tentarmos recarregar as baterias dos nossos telemóveis e do portátil, verificamos que as tomadas inglesas têm três buracos, ou seja, são incompatíveis com as nossas (portuguesas) fichas.

Por outras palavras, lá tivemos que ir "chatear" novamente o senhor da recepção, pedindo um adaptador. A primeira tentativa saiu gorada (uma grande extenção que supostamente daria afinal estava "morta"...), mas o problema acabou por ser resolvido. Afinal, um dos buracos das tomadas inglesas é só para enfeitar, e os dois restantes (ligeiramente grandes para as fichas portuguesas) só precisam de um ligeiro incentivo - de uma chave de fendas - para ficar um pouco mais pequenos e acolherem as fichas tugas.

Planeamos um dia mais variado, com visitas a dois museus e ao teatro do Shakespeare (depois do episódio dos cereais, a Sofia nem desceu para ir tomar o pequeno almoço).

O nosso itinerário teve início na Clink Prison, muito perto da London Bridge. Trata-se de uma antiga prisão medieval, em poucas palavras, uma série de celas e modos macabros de torturar os prisioneiros. Muito interessante e simultâneamente sinistro.


De seguida, seguimos mesmo junto ao rio Tamisa até ao teatro do Shakespeare, mas as visitas tinham já terminado visto ir ter início uma peça (Romeu e Julieta) que tinha já a lotação esgotada.

Compramos bilhetes para a peça das 19h30 (Helena de Tróia), e regressamos pelo mesmo caminho até uma espécie de feira/mercado onde almoçamos.

Trata-se de uma espécie de mercado alimentar ao ar livre (por debaixo de uma linha de comboio). As cores e cheiros penetraram abundantemente pelos nossos olhos e narizes, sendo incrível o número de pessoas que se apinhavam em redor das bancas improvisadas de comida de todo o mundo.

Algumas bancas vendiam produtos alimentares (imensos queijos, por exemplo, alguns dos quais gigantes) e outras comida já confeccionada. Estas últimas bancas representavam dezenas de países, com os respectivos pratos tradicionais. Um dos mais curiosos (não sabemos bem de que país seria) consistia em derreter um gigantesco queijo com uma espécie de maçarico, e depois colocar o queijo derretido sobre alguns alimentos, batatas, pickles, etc. Era estranho mas tinha bom aspecto. Já das ostras, comidas cruas numa banca oriental, não se pode dizer o mesmo...

Já almoçados, fomos visitar o impressionante museu da experiência britânica na II Guerra Mundial. Na mesma rua, situam-se duas casas do terror enormes, uma das quais tinha filas de centenas de pessoas (crianças de 4 e 5 anos inclusive).

Uma das últimas pessoas da fila era uma senhora que aparentemente fazia 50 anos (tinha um balão a dizer 50º aniversário) e ia passar o dia com uma amiga numa masmorra cheia de monstros e afins...
Mesmo o exterior da casa do terror era horripilante, com diversos actores cheios de sangue a fazerem publicidade.

Se as filas eram enormes no The London Dungeon, nem existiam no museu British War Experience.

Ainda assim, o museu é excelente, e recria muito bem a Londres da II Guerra Mundial, cidade constantemente bombardeada pelos nazis. Sobretudo a parte final do museu é impressionante, estando a simulação de um bombardeamento (ruas destruídas e cadáveres dos destroços) muito bem feita.


Sendo ainda 16h30, ocupamos o tempo até ao início da peça de teatro com um passeio à beira-rio até à Tower Brigde, uma ponte muito bonita.

Estávamos sentados num relvado quando vimos dois pequenos e cómicos cães a fixar estáticos um casal que estava a comer alguma coisa. Repetiram o mesmo junto de outras pessoas, até que, fartos por ninguém lhes dar comida, resolveram urinar numa mala de uma senhora que estava sentada perto de nós. A mulher deu um grito quando viu, e toda a gente riu em redor.


Seguimos ainda a rir na direcção do teatro. A réplica do teatro original (1599) onde as peças escritas pelo então vivo Shakespeare eram representadas (só por homens, não havia mulheres mesmo nos papeis femininos) é muito gira, toda em madeira, e faz-nos mesmo recuar no tempo.

A peça propriamente dita foi igualmente muito interessante, sendo os actores e a cenografia impecáveis. Mesmo no início da peça, um homem de fato branco colocou-se mesmo ao nosso lado (estávamos na plateia em pé). Estava descalço, e tinha os sapatos na mão. Achámos estranho mas enfim, Londres está cheia de espécimes estranhos.


A certa altura, já a peça decorria há 30 minutos ou mais, começou a cantar com uma voz muito aguda tipo opera. Afinal, tratava-se de um actor, ou melhor de um cantor (tenor) que entrava na peça. Muito fixe.

Regressamos então ao hotel, onde chegámos já depois das 22 horas.

Beijinhos e abraços,

Ana Sofia e Alcides Miguel

Dia 2 (14 de Agosto) - Como colocar cereais numa tigela...

Acordámos. O pequeno-almoço é servido das 8 às 10 horas e vem incluído no preço do hotel. Consiste em pão, leite, cereais, etc. O atendimento, podemos dizer sem exagero, não é personalizado. Na realidade não há qualquer atendimento. Os hospedes servem-se e é assim. A Sofia ainda pegou numa fatia de pão que barrou com manteiga, mas foi tudo. Entretanto, uma senhora resolve comer cereais, e porquê despejá-los do pacote directamente na tigela quando podemos enfiar a mão directamente e tirar mãos cheias de cereais até a tigela estar atestada...

A Sofia adora pequenos-almoços "gratuitos" (costuma até levar consigo alguma comida para o lanche, ou isso) mas não desta vez. Comeu a fatia de mão com uma cara algo enjoada, e foi tudo.

Reservámos o dia para visitar o Museu Britânico. Depois da nossa experiência com o metro e o seu preço, decidimos deslocarmo-nos de autocarro. Fica mais barato (2 euros) e é mais perto do hotel. À porta do museu existem umas cabines telefónicas públicas, é a decoração das mesmas é no mínimo curiosa...


O museu tem uma grande colecção egípcia (também grega, romana, etc) e foi muito interessante ver as salas da escultura no primeiro piso (a Sofia dá o Egipto na escola, e as fotografias que tirámos ser-lhe-ão úteis ). Seguimos depois para o segundo piso, onde se encontram as múmias. Algumas são algo assustadoras, parecem saídas de filmes de terror. As caveiras também são algo arrepiantes.

Cerca das 13 horas almoçamos as sandochas que havíamos trazido de Portugal.


Prosseguimos a visita ao museu até às 17 horas, mais coisa menos coisa, e ainda fizemos umas compras na loja do museu dedicada às crianças. A Sofia ainda experimentou alguns brinquedos. Se no interior do museu andavam uns miúdos (autênticos pestinhas) a correr descalços de um lado para o outro, já fora do museu vimos uma menina com cerca de 4 ou 5 anos de sapatos com salto alto.

Quando saímos do museu, demos de caras com uns senhores que vendiam cachorros-quentes com salsichas alemãs gigantes, e a Sofia (ainda traumatizada com o parco pequeno-almoço) vingou-se e devorou um.

Antes descobrimos, ou melhor a Sofia descobriu, que não podíamos alimentar os pinguins. Numa placa estava escrito "Don´t feed the pigeons" (não alimente os pombos), frase que se transformou, no "excelente" inglês da Sofia em "Don´t feed the penguins", em bom português, "não alimente os pinguins".


Sem alimentar pombos ou pinguins, comprámos mais umas coisinhas e fomos apanhar o autocarro de regresso ao hotel (o Belenenses jogava em Matosinhos com o Leixões e queríamos ver o jogo na net).

Já na paragem surge o 25, mas pára ainda a bons uns metros da paragem, atrás de outro autocarro. Esperámos o autocarro na paragem mas, para nossa surpresa, o condutor não parou (afinal os autocarros, quando outros estão parados na paragem, ficam em linha e temos de entrar mesmo a alguma distância da paragem).

Seja como for, perdemos o primeiro autocarro mas quando veio outro estavamos já prevenidos e lá entrámos... para parar uns 500 metros mais à frente! O autocarro avariou...

Rindo da nossa "sorte", regressámos à pé à paragem de onde tinhámos saído e esperámos por um terceiro bus que finalmente nos levou até ao hotel.

Eram 20 horas quando chegámos, e o jogo começava às 20h15. A Sofia ainda tomou banho, ou melhor, "ardeu" no banho. A água estava a ferver, e não havia maneira de a arrefecer (descobrimos no dia seguinte que havia um problema com o cano da água fria: a torneira mesmo ao lado da banheira estava fechada...)

Entretanto o nosso Belenenses fez um jogo razoável e empatou o jogo. Menos mau...

Beijinhos e abraços

Ana Sofia e Alcides Miguel

Dia 1 (13 de Agosto): Primeira noite em Londres ao Relento?

Chegámos ao aeroporto de Londres (Gatwick) cerca das 22h30.

Havíamos saído de Lisboa pelas 20 horas e a viagem durou mais ou menos duas horas e meia.


A viagem foi tranquila. Mais tranquila teria sido se não fossem as três fan´s de U2 (vieram ver um concerto a Londres e sentaram-se mesmo atrás de nós) terem falado todos os segundos da viagem. Ainda assim a Sofia ainda conseguiu dormir um pouco, e, incrível, nem mesmo a ruidosa aterragem a fez acordar!!! O Miguel, por sua vez, leu um livro.

A hora em Inglaterra é mesma que em Portugal, ao contrário de Espanha, França, etc, onde é menos uma hora. Essa tal hora teria nos sido preciosa, uma vez que tinhámos que dar entrada no hotel até à meia-noite.

Com a espera pelas malas e tudo mais, só conseguimos apanhar o comboio das 23h13 para o centro de Londres, e a viagem durou cerca de 30 minutos. Ou seja, chegámos já perto da meia-noite. O problema foi que ainda tivemos de apanhar o metro, e eram mais de 10 estações até ao nosso destino. Antes (Londres é para os ricos!!!) descobrimos que uma simples viagem de metro custa 4 libras, nada mais nada menos que 4,80 euros (isto por pessoa).

Tão ou mais grave, chegámos a estação de Metro de Stratford já passava das 00h30. Pior: o hotel ainda é um pouco longe da estação - talvez 1,5 quilómetros - e não sabíamos bem o caminho. Por esta hora, já pensávamos que iríamos passar a noite ao relento. Seja como for, com a preciosa ajuda de dois ingleses lá encontramos a rua do hotel (Romford Road).

O hotel é no número 207 da rua, e esta é bem grande. Demorámos cerca de 10 minutos a chegar e curiosamente encontrámos um colchão velho na calçada. Ainda brincámos que iríamos passar a noite ali mesmo, mas, para sermos simpáticos, o melhor que podemos dizer sobre o colchão é que não estava lá muito higiénico!

Lá chegámos finalmente ao hotel. Já passavam uns minutos da uma da manhã. Teríamos ainda quarto? Primeira boa notícia, havia luz no hotel, e pessoas numa pequena sala. Entrámos. Na recepção estava um rapaz indiano ou paquistanês com uma farta barba (sem bigode). Fizemos o nosso "choradinho", o avião tinha sofrido um grande atraso, etc. O rapaz limitou-se a rir. Afinal não havia qualquer problema com a hora tardia, e o nosso quarto lá estava à nossa espera. Felizes, lá acompanhámos o rapaz até ao primeiro andar, mais concretamente até ao quarto 18. É bem grande, familiar, com uma cama de casal e duas mais pequenas. Temos casa-de-banho, frigorífico e televisão com DVD.

Comemos qualquer coisa, e ainda tentámos ver um filme (era muito estranho). Como o cansaço já era muito, acabámos por adormecer, felizes por não estarmos ao relento, ainda o filme não ia a meio.

Beijinhos e abraços.

Ana Sofia e Alcides Miguel