O nosso hotel nunca deixa de nos surpreender...
Desta feita, comprámos um pacote de batatas-fritas e quando o Miguel estava prestes a comê-lo a Sofia reparou na data de validade: nada mais nada menos que Julho de 2008!!! Que importa mais ano menos ano, apetece perguntar...
Já que o Miguel não pode comer as batatas-fritas, vingou-se numa sandes. O pão tinha sido gentilmente dado pelo senhor da recepção. Depois do Miguel comer a sandes até à penúltima trinca, a Sofia leu o prazo de validade do pão (era tipo pão de forma): tinha terminado há uma semana!!! Seja como for, o Miguel achou que a sandes estava bastante boa e ainda comeu a última trinca.
Saímos do hotel por volta das 10 horas. Pelo caminho compramos pão (dentro da validade!!!) e bebidas... Pois hoje também não houve pequeno-almoço no hotel...
Por volta das 11 horas chegamos ao nosso local de destino intitulado de London Tower. Trata-se de um castelo simplesmente fantástico. Assim que entramos observamos uma recriação histórica: observamos crianças, mulheres, homens e um grupo de soldados ingleses.
Desta feita, comprámos um pacote de batatas-fritas e quando o Miguel estava prestes a comê-lo a Sofia reparou na data de validade: nada mais nada menos que Julho de 2008!!! Que importa mais ano menos ano, apetece perguntar...
Já que o Miguel não pode comer as batatas-fritas, vingou-se numa sandes. O pão tinha sido gentilmente dado pelo senhor da recepção. Depois do Miguel comer a sandes até à penúltima trinca, a Sofia leu o prazo de validade do pão (era tipo pão de forma): tinha terminado há uma semana!!! Seja como for, o Miguel achou que a sandes estava bastante boa e ainda comeu a última trinca.
Saímos do hotel por volta das 10 horas. Pelo caminho compramos pão (dentro da validade!!!) e bebidas... Pois hoje também não houve pequeno-almoço no hotel...
Por volta das 11 horas chegamos ao nosso local de destino intitulado de London Tower. Trata-se de um castelo simplesmente fantástico. Assim que entramos observamos uma recriação histórica: observamos crianças, mulheres, homens e um grupo de soldados ingleses.
As mulheres e uma das crianças encontravam-se a costurar, os soldados a efectuarem treinos militares pois viriam para Portugal lutar contra as tropas de Napoleão Bonaparte. Um dos homens encontra-se a mexer uma enorme panela onde estava a cozinhar guisado. Cheirava muito bem.
Observamos depois uma das alas do castelo que possui diversos equipamentos militares (armaduras, espadas, canhões, etc) que pertenciam ao rei Inglês Henrique VIII. Aqui, observamos, também, cavalos, provavelmente, feitos de gesso equipados a rigor para a guerra.
Visionamos ainda uma das partes do castelo denominada a Torre Sangrenta (onde foi assassinado um príncipe ainda muito jovem), uma ala medieval, a sala chamada Jóias da Coroa, entre outras salas, e assistimos a uma recriação de um combate medieval entre dos cavaleiros equipados a rigor com armaduras.
Numa das lojas com artigos para venda não resistimos e experimentamos o chapéu (réplica) do rei Henrique VIII. Português pobre é assim: experimenta tudo mas não compra nada...
Já de regresso ao hotel, demos de caras com uma senhora brasileira e o respectivo filho, com cerca de cinco anos. Uma autêntica peste. Estava de pé um cima do banco, e, virado para trás, divertia-se cuspindo nas pessoas. A mãe não ligava nenhuma. O Miguel ainda de meteu com o puto, mas com a atenção dada ainda foi pior. Começou a lamber a mão e o braço, e depois a "lavar" a cara com a mão que havia lambido.
Já perto do hotel, compramos arroz e mais uma coisinhas para o jantar que confeccionámos na cozinha do hotel. À porta do mini-mercado (aberto 24 horas por dia) um senhor muçulmano vendia fruta. O Miguel quis comprar duas bananas, mas o senhor, tinha uns 25 anos, riu-se quando lhe perguntámos o preço. Sem nunca parar de rir, ofereceu-nos as bananas. Não sabemos se se ria por serem apenas 2 bananas ou por pensar que somos pobres e que não tínhamos dinheiro para mais que duas bananas.
Hoje vamos sair do hotel e passar o nosso último dia em Londres (pode ser que ainda vejamos os pinguins que não podemos alimentar). Temos voo para a Grécia (Atenas) às 6h20, e já não valia a pena pagar mais uma noite no hotel.
Beijinhos e abraços,
Ana Sofia e Alcides Miguel
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